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2012 e seus projetos, novo gás e vontade imensa de criar!

Estou começando o ano cheia das idéias artísticas hauahauah… espero conseguir realizar tudo certinho.

Já comecei o projeto/diário fotográfico deste ano “Project 366” já que o ano é bissexto. Eu, particularmente, acho que esse o vai ser muito mais fácil de consegur cumprir o pojeto todo. Tenho uma musinha para fotografar, a vida vai dar uma guinada e parada nos outros assuntos, imagino eu, mas para criaçãtudo indica que será um bom ano.

Além do álbum no Fabebook, também criei um Tumblr para o projeto, quem quiser visitar:   http://vany2012.tumblr.com/

Smash it up!

Minha primeira página no Smash... ainda não está pronta, mas eu deixei assim até que tenha uma idéia legal para completar o cantinho. Eu quis que a primeira página fosse algo sobre mim, uma apresentação mesmo, com coisas que eu gosto, já que o caderno é meu e o miolo vai ser sobre a minha vida e os que me cercam, néam?

Também entrei na onda dos Smash books este ano e estou a-do-randoooo muito!! As infinitas possibilidades de uso de materiais, de idéias, de liberdade de criação… enfim, é perfeito para mim! ahhauaauh Além disso, tem mil idéias maravilhosas para eles no Pinterest (outro vício rsrs), blogs e as outras meninas que também estão criando em seus Smashes que nos deixam super inspiradas a cada nova página feita. Tenho certeza até de que não vou ficar no primeiro Smash. Já tive outras idéias para montar cadernos com as coisas que juntei nas viagens que fiz. Sempre trouxe várias coisinhas, folhetos e informes locais porque queria fazer algo do tipo, mas até então não sabia como usar. Agora encontrei a fórmula perfeita: Smash it, girl!! lol

Meu smash já entrou até no projeto 366:

Texto original do Projeto 366: “07/366: Minha primeira página do Smash book. Adorei o danado, acho que é a minha cara essa idéia. Ainda não está pronta, tem muito espaço verdinho ainda auhhauhuahua mas eu já quis fotografar já que vou decidir depois o que colocar nos espacinhos verdes que ainda ficaram. Eu quis que a primeira página fosse um “about me” como que dizendo quem é a dona do caderno. lol”

Scrap Híbrido e Artesanal

Comecei a investir um pouquinho em ferramentas e material de Scrap porque ESTE ANO A COISA VAI ACONTECER huahahuahuau aquilo que todo ano eu digo: “esse ano vou fazer mais híbrido e artsanal” e não fazia, simplesmente. Começando pela materialização do meu álbum do Prejto 365 de 2011, a agenda desse ano que eu fiz com kit da Boutique Cute Dolls…(não vou mostrar agora porque vou fazer um post em separado), enfim, a coisa já está acontecendo e vai virar rotina. Outros projetos meus dependem disso. Já faço fotolivros, agendas, cadernos e alguns outros produtos há alguns anos, mas pretendo levar a coisa mais a sério em 2012 e um site faz parte dos meus planos se eu evoluir bem este projeto.

Enfim, tem muita coisa ainda para acontecer em 2012 que está apenas começando.

Gás e vontade eu tenho e espero de coração que tudo aconteça de forma a me manter cada vez mais motivada neste sentido.

Beijos e até logo!!

 

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Happy new year!!!

Passando para desejar a todos um 2012 maravilhoso e abençoado!!!

Firme e forte para recomeçar com as baterias carregadinhas, espero que este seja um ano de muito aprendizado, muito trabalho e iniciativa.

We believe in 2012

Beijos!

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Sweet memories at Gallery Standouts!!!

E depois de mais de um ano de jejum, uma página foi selecionada pro Gallery Standouts.

Eu sei que andei ausente e que minhas páginas não andam lá muito bonitas, mas ano que vem retomando tudo, pretendo melhorar bastante meu desempenho “scrappístico”.

A página é a “Sweet memories” que fala sobre a minha Rebequinha e por isso estou ainda mais contente hehe

Beijinhos!

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Scrapbooking Digital: Voltando aos pouquinhos…

Esse ano devido a tudo o que me aconteceu fui uma scrapper capenga.  Fiquei sem inspiração, sem disposição, enjeoi de computador, depois, não tive mais tempo indo duas vezes por dia ao hospital visitar a neném, fora a preocupação com ela que minou minha criatividade e qualquer chance de ser uma boa scrapper. Ano que vem vou voltar a ser “scrapper 100%”, por enquanto estou sendo 20% e olhe lá… rsrsrs

Vou conversar com minhas chefas (ou ex-chefas =/ ) e ver quem ainda me quer hehe e retomar de onde parei. Tenho musinha nova para fotografar e fazer páginas então, acredito que a coisa vai ser animada hehe…

Minhas últimas páginas feitas vão aqui abaixo:

Vamos a la playa?!

O Samy e o Gabriel foram à praia e se divertiram muito.. as fotinhos não mentem como a amizade deles é linda!

Semi

Nosso anjinho saiu da UTI NEO e foi pro SEMI = posso tirar fotinhos!!! O que rendeu essa página hehe

Always be

Meu fofinho e suas caras e bocas!! #titiacorujasempreeeeeeee

Thanks!

Fotinhos do pessoal em casa no "Chá de Bebê" pós nascimento que a minha família fez para nós... =)

O cantinho da Rebeca

Terminamos o quartinho da Rebeca. Agora só falta ela vir para casa pra ele ficar ainda mais lindinho...

Graciosa

Thatá gorduxinha da Titiaaaaaaaaaa!! Tem coisa mais cute???

Bye, 2011!

Reflexões, resumo do ano e as expectativas para 2012. Simples assim.

Beijokas!!!

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Minha história de Pré-Eclâmpsia (Parte V – Final !!)

… No dia seguinte ao chegar lá a outra médica disse que não era uma pneumonia. Colheriam alguns exames mas não precisávamos nos preocupar pois, estava respondendo bem ao antibiótico. Eu fiquei aliviada e ao sairmos da UTI Neo vi o Lincoln parar no corredor e chorar de um jeito que eu nunca havia visto. Percebi que ele estava se segurando desde a notícia do médico porque eu não estava suportando. Quando me viu aliviada, pôde soltar aquilo que estava sufocando dentro dele. Eu o abracei como que agradecendo por aquilo, e foi então, a minha vez de consolá-lo. Assim como eu ele também sofreu muito com tudo aquilo, mas suportava calado para me ajudar a superar, para me dar forças.

Ela continuou tomando os antibióticos por 20 dias. Outros médicos disseram que era uma bactéria que cresceu devido a baixa imunidade da Rebeca, outros disseram que o pulmãozinho dela havia colado pela falta de musculatura. Nem sei ao certo o que ela realmente teve. Mas o leitinho aos poucos foi voltando e ela começou, finalmente, a ganhar peso de verdade. Saiu do tubo para o CPAP e ficou quase um mês respirando através dele. Ela ficou com a marquinha do CPAP no nariz por ter usado por muito tempo e também por puxar incomodada e arrancar tudo. Várias vezes colocaram luvinhas para prender as mãozinhas dela, e colavam o CPAP com bastante esparadrapo para tentar segurar, mas a Rebeca é danadinha. Incomodou ela vai arrancando tudo.

Agora estamos na melhor fase. Ela já está com 2,335 kg, já está tomando 43 ml por mamada (a cada 3 horas). Já respira 100% sozinha, sem cateter, sem CPAP nem nada. Só o próprio

pulmãozinho de guerreira que ela tem. É a cara do papai e já conhecemos  alguns traços de sua personalidade. Sei que ela não gosta de muita claridade, gosta de muito espaço. Nada de dormir encolhidinha ou com as mãozinhas fechadas. Ela ganhou o apelido de “praiana” na Neo-Natal porque gosta de dormir esparramada, de braços abertos como se estivesse tomando Sol na praia. Elas a cobrem deixando as mãozinhas livres, senão ela reclama.

E ela é risonha. Não imaginava que bebês tão pequenos rissem, exceto pelos sorrisos reflexos. Mas a Rebequinha ri quando o pai brinca com ela. É lindo e incrível vê-la rindo quando ele fala e toca no seu rostinho. E a força que usa quando segura em nossos dedos? Fico tão emocionada. Ela tenta mamar em mim, e tem muita força para sugar, mas é uma pena que não possa amamentá-la.

Agora estamos na expectativa de trazê-la para casa. Ela está no semi-intensivo, e falta apenas mamar sugando e fazendo digestão para ser liberada. Por enquanto está tomando leite através de uma bombinha e sonda no estômago, pois, foi diagnosticado um refluxo e ela vomita quando toma o leite de outra forma. A medicação do refluxo está agindo e espero mesmo, de coração, passar o Natal em casa com ela.  Mas o importante mesmo é que minha pequena é uma guerreirinha linda e já é vitoriosa ter conseguido tanto. Vamos respeitar o tempo dela e, na hora certa, ela virá para casa. Abençoada e linda, amo muito a minha filhinha, Rebeca Vitória.

E eu, apesar de tudo o que passei, estou bem. Minha pressão arterial voltou ao normal, já parei de tomar os 6 comprimidos para pressão que estava tomando quando recebi a alta do hospital. Já perdi 21 quilos dos 31 que ganhei na gravidez, o que é loucura para uma gravidez que só durou seis meses, mas estou trabalhando em queimar os últimos dez quilos. Para dois meses acho que está de bom tamanho. Se existe algo que eu não sabia e aprendi com tudo isso foi a ter “paciência”.

Conhecemos pessoas incríveis no hospital, outros pais que viveram e ainda vivem o mesmo que nós. Vimos três dos bebês que estavam ali não conseguirem resistir e sentimos a dor junto aos  pais. Também vimos outros bebês que conseguiram se desenvolver e já foram para casa e ficamos felizes, também, junto a seus pais. E sabemos que logo a hora da Rebeca vir para casa vai chegar também. O quartinho dela está lá, prontinho esperando a sua chegada… É hora de deixar os momentos tristes para trás  sermos felizes de novo.

  É vida nova e bola para frente, mais forte do que nunca !!!

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Minha história de Pré-Eclâmpsia (Parte IV)

…No dia em que saí da UTI e fui para o quarto as coisas começaram a melhorar. Ainda assim eu estava bem deprimida e agoniada, querendo ir para casa, ter minha vida de volta e principalmente, ver a minha filhinha.

O Lincoln me levou logo no dia em que fui pro quarto na UTI Neo para ver a Rebeca. As enfermeiras não queriam me deixar entrar porque após deixar a UTI eu ainda não tinha tomado um banho, mas eu pude entrar rapidinho e espiá-la da cadeira de rodas. Ela estava com 880 gramas, pois apesar de nascer com 1,15kg havia perdido um pouco de peso (o que é normal nas primeiras 48 horas), estava entubada e era muito frágil. Chorei copiosamente. Eu sentia uma culpa imensa, como se ela estar passando por essas dificuldades fosse de alguma forma minha culpa por eu não tê-la protegido na minha barriga até uma data melhor para nascer, quando estaria mais preparada para a vida aqui fora. O pezinho da Rebeca era do tamanho da ponta do meu polegar.

Depois de voltar para o quarto decidi começar a me erguer de novo. O primeiro banho foi na cadeira com a ajuda do marido, daí em diante eu levantava e tomava sozinha, devagar, mas conseguia: tinha de forçar ou nunca sairia dali. No segundo dia, inundei o quarto. Pedi a minha cunhada para levar um secador de cabelos e me ajudar a lavar, ela e uma tia lavaram meu cabelo na pia do banheiro e quando notamos a água já saía para o corredor do hospital. Nem preciso dizer que a moça da limpeza resmungou horrores, mas só de ver que aquele cabelo ainda tinha jeito me senti um milhão de vezes melhor. Eu nem sequer conseguia escovar, nem lavar sozinha conseguiria da forma como estava. Não entrava água, nem dedos e muito menos um pente. Mas depois da lavagem e escovinha, estava novinho em folha.

Passei a ir visitar a Rebeca todos os dias, ficava ali uma horinha olhando para ela e vendo cada passinho lento, mas fundamental que ela dava. Tive alta do hospital e fiquei radiante de alegria por poder dormir com o marido de novo. Eu tinha ficado tão sozinha, literalmente, que eu sentia muita falta de dormir ao lado dele. As noites não dormidas. O medo de morrer. O sentimento de culpa… tudo foi ficando para trás quando fui para casa.

Aos poucos a Rebeca ia evoluindo. Do tubo foi para o CPAP, logo estava no capuz de oxigênio, cateter e ar respirando sozinha. Parecia que tudo ia se resolver rapidamente. Ela começou a mamar 1 ml, depois 2 e assim por diante. Eu tentava ordenhar o leite para ela, mas não tive leite materno. Tomei Motilium, água de côco, comi canjica enfim, tudo o que me disseram, mas assim como todas as mulheres da minha família, não tive e não tenho leite. É a nossa genética, infelizmente. Mas ainda bem que ela se adaptou bem a formula que eles dão nestes casos (NAN) e conseguiu se alimentar sem o leite materno.

Quando ela estava tomando 6 mls de leite chegamos para a visita e as enfermeiras pediram para que eu e o Lincoln esperássemos na salinha ao lado da Neo, pois, estavam colhendo alguns “exames” da Rebeca. Eu perguntei se ela estava bem e a enfermeira me disse apenas que “o médico viria conversar comigo”.  O desespero tomou conta de mim totalmente, comecei a chorar pois sabia que algo estava errado. E aqueles minutos de espera pelo doutor foram intermináveis e me derrubaram, mais uma vez.

Quando ela nos autorizou a entrar eu levei um choque. A bebê estava novamente entubada. O médico disse que ela estava com pneumonia, o leite havia sido suspenso até que ela pudesse se alimentar de novo, já estava tomando antibióticos e tudo o que lhes caberia fazer já estava sendo feito. Tínhamos que esperar.

Voltei para casa aquele dia eram umas 16h00. Caí na cama e ali fiquei até o dia seguinte no mesmo horário de visitas. Minhas forças estavam minadas, eu só conseguia chorar. Não queria falar com ninguém, não queria ver ninguém. Não queria que me perguntassem como ela estava. Era como se eu não quisesse acreditar que aquilo estava acontecendo. Não agora, depois de tudo pelo que havia passado. Não era justo…

(Continua)

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Minha história de Pré-Eclâmpsia (Parte III)

…Enquanto subíamos eu via paredes e portas passando e o técnico de enfermagem que me levava tentava me acalmar falando sobre os recursos que a medicina possui hoje em dia para garantir a saúde das crianças nascidas pré-maturas, mas eu tremia demais temendo pela  vida  da minha filhinha. Eu me entia muito mal  e culpada por tudo ter acontecido assim, sentia que eu havia feito algo errado por não ter conseguido ter uma gravidez normal.

Chegando ao centro-cirúrgico eu chorava muito, estava sozinha e apavorada sem saber o que me esperava, mas tudo foi rápido. Eles colocaram um acesso no meu braço com soro ou algo assim, e me pediram para sentar e relaxar o corpo porque aplicariam a anestesia na minha coluna.  Poucos minutos depois da anestesia eu ouvi o chorinho da Rebeca, ela chorou bastante, o que o médico disse que era um bom sinal. Sinal de que ela tinha fôlego e que o pulmãozinho dela estava bem para que pudesse respirar sozinha.

Depois disso me levaram para a UTI, onde eu ficaria por quatro intermináveis dias. Foi horrível estar ali, eu ouvia pessoas gritando de dor o tempo todo, pediam para morrer e isso me deixava apavorada. Pouco conseguia me mexer  e dependia dos enfermeiros para tudo. Perdi totalmente a vaidade enquanto estive ali. Eu urinava através de uma sonda e usava fraldas para as necessidades. Tomava banho na cama com um pano úmido, até os últimos dias quando me levavam de cadeira de rodas ao banheiro e me deixavam ali para me banhar. Eu não conseguia alcançar muito bem em todos os lugares e continuava com odores após o banho. Era horrível demais viver aquilo, e meu cabelo parecia um ninho enrolado pois não conseguia mais nem escová-lo.

O pior de tudo ainda eram as noites. Eu não conseguia dormir ouvindo os gemidos de um senhor que estava internado no box ao lado. Ele havia feito uma cirurgia e apesar de estar tomando morfina não parava de reclamar de dores na cabeça. Quando os enfermeiros diziam que não havia mais nenhuma medicação possível ele pedia que então lhe dessem veneno porque não suportava mais aquilo.

Nos poucos momentos em que eu conseguia dormir tinha pesadelos horríveis, sonhava que estava naquela cama  morrendo e ninguém vinha me ajudar. Alguns enfermeiros passavam e riam de mim por estar morrendo sem conseguir fazer nada e nem sair dali. Aí eu acordava e haviam se passado apenas trinta ou quarenta minutos de sono. As noites eram intermináveis…. Foi quando comecei a ficar deprimida.  Eu não aguentava mais aquilo, não queria mais estar ali. Ficava contando os minutos até que chegasse o horário de ver minha família, e essa ansiedade fazia com que minha pressão subisse ainda mais.

Logo eles iam embora e eu ficava apavorada de novo…. Tinha os mesmos pesadelos, medos e desespero.  E tudo sem ter visto a minha filha uma única vez. Sem saber como ela estava exceto pelos relatos do meu marido que conseguia ir vê-la antes do segundo horário de visitas, quando me falava sobre ela  e eu ficava imaginando seu rostinho, seu tamanho, se estava reagindo bem… Não via a hora de poder estar pertinho dela e, finalmente conhecê-la do lado de fora da minha barriga…

(Continua)